A Carta do Brasil

Recentemente, com todas as crises políticas e econômicas que estão acontecendo aqui no país, me fizeram iniciar este site, para nele colocar os desejos, anceios pensamentos e vergonhas que temos vivido aqui. Decidi então publicar uma carta aberta. Mas vi que isso soaria estranho por algum gringo já tê-lo feito. Descobri essa carta escrita por um estrangeiro nesse mesmo dia da minha decisão. E acho que embora muitos brasileiros inocentemente vieram a aplaudir o feito deste senhor, eu prefiro repudiar. Repudiar não, colocar um contraponto. Primeiro por que não seria nada adequado eu chamar alguem que não nasceu e nem mora numa casa para fazer um exame crítico dela. Somos nós, os moradores nativos, que temos este direito e dever; segundo lugar, no meu maior propósito, o leitor alvo seriam as autoridades que tomam decisão pelos brasileiros, numa prática deinpolíticos, o liberal” e nada semelhante à carta anterior, onde parece que vivemos uma democracia direta, embora todos quiséssemos que assim fosse. Posto isso, não farei mais menções a este texto precursor e vou me ater apenas a este propósito de manifestarmos nossa insatisfação e desejo de reforma e evolução para nossa casa comum. 
Um cenário caótico

 O contexto atual precisa ser frisado: vivemos um dos maiores caos da nossa história. Este meu escrito esta sendo produzido um dia depois do litro da gasolina subir a incríveis R$ 4,99. Isso em um país que três ou quatro anos atrás comemorava a descoberta de uma das maiores jazidas de petróleo no hemisfério sul, o “pré-sal”. Mas logo vieram à tona as desilusões, com as tarifas e impostos, sempre superfaturados, pois somos lideres em pagar impostos ao governo. Desilusões com as refinarias que o governo contrata no exterior. Assim, nosso petróleo bruto é vendido para ser readquirido, e assim já com os tributos inclusos, o combustível e gás de cozinha é repassado ao consumidor final. Outro ponto crítico atual é o salário dos trabalhadores. Após a descoberta do pré-sal, o “dinheiro de sal” foi tirado de milhões de pessoas, porque o desemprego acelerou muito nas classes mais carentes e menos preparada, o que na realidade significa a maioria dos trabalhadores no país. Como se não bastasse já isso tudo, vem os assaltantes de colarinho branco, os grandes e magnatas políticos, que a seu belprazer 

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