Abra aqui: Carta do Brasil

NOTA: Esta carta não está concluída. Ela deve expressar nossos anseios. Cada nova exigência, pedido e esperança deve ser expressada, por qualquer leitor! É a uma janela para voz. É uma forma de cuidado, como disse o sábio, “com a nossa casa comum”. Escreva ou comente abaixo, que vou modelando essa nossa carta aqui 🙂

É natal e as crianças escrevem para o Papai Noel, certo?

E se nós, brasileiros, escrevêssemos uma “Carta aberta” em prol do nosso futuro, o que você pediria para si mesmo e para o Brasil?

Vamos tentar? Segue o texto:

Este texto é para uma pequena reflexão: Ser brasileiro é um desafio. Recentemente, com todas as crises políticas e econômicas que estão acontecendo aqui no país, me fizeram iniciar este site, para nele colocar os desejos, anseios pensamentos e vergonhas que temos vivido aqui. Além, é claro, de concentrar numa só página os meus trabalhos criativos. Decidi então publicar uma carta aberta para sanar o primeiro propósito. Mas vi que isso soaria estranho: algum gringo já o havia feito. Descobri uma carta escrita por um estrangeiro, no mesmo dia da minha decisão. E acho que embora muitos brasileiros  vieram a aplaudir o feito dele, inclusive eu, pois ele nos chama para uma maior elevação honesta e moral, eu prefiro também colocar um contraponto. Primeiro, porque não seria muito adequado eu chamar alguém que não nasceu e nem mora numa casa e justo essa pessoa fazer um exame crítico da moradia. Somos nós, os moradores nativos, que temos este direito e dever; segundo lugar, no meu propósito inicial, os leitores-alvo seriam as autoridades e políticos que tomam decisão pelos brasileiros. Mas sei que é uma pretensão tola. Então, não desejo ter aqui palavras como se vivêssemos numa pátria assim tão negligente,  pois todo mundo quer mudança; e que esta escrita em nada seja semelhante à carta anterior, onde parece que vivemos uma democracia direta, embora todos quiséssemos que assim fosse. Posto isso, não farei mais menções a este texto precursor e vou me ater apenas a este propósito de manifestarmos nossa insatisfação e desejo de reforma e evolução para nossa casa comum.
Um cenário caótico pede mais educação

O contexto atual precisa ser frisado: vivemos um dos maiores caos da nossa história. Este meu escrito esta sendo produzido um dia depois do litro da gasolina subir a incríveis R$ 4,99. Isso em um país em que três ou quatro anos atrás comemorava a descoberta de uma das maiores jazidas de petróleo no hemisfério sul, o “pré-sal”. Mas logo vieram à tona as desilusões, com as tarifas e impostos, sempre superfaturados, pois somos lideres em pagar impostos no mundo inteiro. Desilusões com as refinarias que se contrata no exterior. Assim, nosso petróleo bruto é vendido para ser readquirido, e assim já com os tributos inclusos, o combustível e gás de cozinha é repassado ao consumidor final. Outro ponto crítico atual é o salário dos trabalhadores. Após a descoberta do pré-sal, o “dinheiro de sal” foi tirado de milhões de pessoas, porque o desemprego acelerou muito nas classes mais carentes e menos preparada, o que na realidade significa a maioria dos trabalhadores no país. Como se não bastasse já isso tudo, vem os assaltantes de colarinho branco, os grandes e magnatas políticos, que a seu bel-prazer e incentivados com a punição que só atinge alguns bodes expiatórios, ainda sambam sobre as costas do nosso povo. Tudo bem, existem contextos políticos e econômicos por trás de tudo isso, mas o problema é não passarmos da margem de um país capenga, em toda economia mundial.

Caótico. Mas no meu ponto de vista, é a EDUCAÇÃO que realmente pode transformar nosso país num lugar melhor. Ela muda a vida, o destino e a cabeça de uma pessoa. Ela enriquece de saber e empodera de palavras. Ela dá voz de expressão. Ela abre caminhos, expectativas, saídas, rotas e pontes. Bastaria que nossa educação fosse melhor e já não haveriam tantos doentes nos hospitais. Bastaria isso, e os homens que estarão como líderes amanhã já seriam menos corruptos, mais capazes; a população de amanhã também seria mais capaz de cobrá-los boa conduta, não seriam facilmente manipuladas como massa de manobra e questionariam mais as manchetes jornalísticas. E todas essas pessoas de amanhã são as crianças de hoje, que precisam não unicamente, mas essencialmente, de educação.

 

 

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